miércoles, 12 de mayo de 2010

Tanque russo da 2 GM retirado do fundo de um lago depois de 62 anos !!!

Mesmo tendo ficado submerso por 62 anos, com uma "ajeitadinha" o motor movido a diesel começou a funcionar.

Um caminha Komatsu D375A-2 puxou um tanque abandonado do fundo do lago perto de Johvi, Estonia. O tanque soviético mod. T34/76A ficou estacionado no fundo do lago por 62 anos. De acordo com as especificações, é uma máquina de 27 toneladas que pode chegar à velocidade máxima de 53km/h.

De fevereiro a setembro de 1944, pesadas batalhas foram travadas na estreita faixa de 50 km de largura, na frente de Narva na parte noroeste da Estônia. Mais de 100.000 homens morreram e 300.000 feridos. Durante batalhas no verão de 1944,o tanque foi capturado pelo exército alemão, do exército soviético e usado pelo exército alemão.(Este é o motivo de estar pintado com as cores alemãs na parte externa do tanque) Em 19 de Setembro de 1944, tropas alemãs iniciaram uma retirada organizada ao longo da frente de Narva. Suspeita-se que deliberadamente jogaram o tanque dentro do lago, sendo abandonado quando os seus captores, os alemães, abandonaram a área.

Naquela época, um menino, habitante local, caminhando à beira do Lago Kurtna Matasjarv notou rastros de esteira de tanque em direção ao lago, mas sem sinais de saída. Por dois meses, em 1944, ele viu bolhas de ar saírem do lago. Isso lhe deu motivos de acreditar que deveria haver um veículo blindado no fundo do lago.

Na época, ele contou a história para os moradores na região e essa história permaneceu até os dias de hoje, sendo do conhecimento do chefe local do clube de história da guerra 'Otsing'. Junto com outros membros do clube, o Sr. Igor Shedunov iniciou pesquisas de mergulhos no fundo do lago aproximadamente um ano atrás a fim de encontrar o local exato do tanque. E foi na profundidade de 7 metros eles descobriram o tanque enterrado debaixo de 3 metros de camada de turfa.

Entusiastas do clube, com a liderança do Sr. Shedunov, decidiram puxar o tanque para fora. Em setembro de 2000, foram procurar o Sr.Mr Aleksander Borovkovthe, gerente da firma A.S. Eesti Polevkivi, para alugar a escavadeira Komatsu D375A-2, que desempenhou as tarefas de escavaçao do local sem maiores dificuldades.

A operação de resgate começou às 09:00 e foi concluída às 15:00, com diversas paradas técnicas. O peso do tanque em conjunto com a declividade dificultou o trabalho exigindo muito esforço. O D375A-2 teve que trabalhar com máxima potência, já que o peso do tanque, todo equipado com armamentos, chegava a pesar cerca de 30 toneladas. A preocupação era da escavadeira de 68 toneladas ter peso suficiente para não deslizar enquanto tracionava o tanque monte acima.

Fonte: Café Historia

viernes, 7 de mayo de 2010

August Von Mackensen e os Hussardos

Anton Ludwig August von Mackensen (6 de dezembro de 1849 — 8 de novembro de 1945) foi um marechal-de-campo da Prússia. Comandou com sucesso as tropas alemãs durante a Primeira Guerra Mundial e se tornou um dos mais importantes líderes militares do Império Alemão.

Mackensen morreu aos 95 anos e vivenciou o Reino da Prússia, o Império Alemão, a República de Weimar, o Terceiro Reich e ocupação aliada no pós-guerra, ou seja teve alegrias, mas também muitas tristezas, e pela longa vida que teve, foi uma testemunha privilegiada da história de seu país.

Nesta foto, Von Mackensen usa um tradicional uniforme hussardo.

Os hussardos referem-se à classe de cavalaria ligeira, de origem sérvia, mas subseqüentemente Hungara e imitada por vários países da Europa, que teve grande influência na estratégia militar dos séculos XVIII e XIX. Hoje, por razões tradicionais, algumas unidades militares ainda têm 'hussardo' como parte de seu título.

O Exército Português nunca teve regimentos oficialmente denominados de Hussardos. No entanto, era comum no final do século XVIII e princípios do XIX chamar Hussardos a algumas das suas unidades de cavalaria ligeira. Esse era o caso das companhias de cavalaria da Legião de Tropas Ligeiras ou de algumas companhias de cavalaria auxiliar do Brasil. Um regimento português que se pode considerar de Hussardos era o dos Voluntários Reais do Comércio a Cavalo, unidade de elite das milícias formada em 1808. Os Voluntários Reais do Comércio a Cavalo estavam equipados e fardados como Hussardos, no entanto nunca foram designados oficialmente como tal.

A caveira da SS (liderada por Heinrich Himmler) foi inspirada na caveira hussarda.

miércoles, 28 de abril de 2010

A banda Joy Division e os bordéis nos campos de concentraçao nazistas

Os nazistas obrigaram mulheres a se prostituir em um sistema de bordeis nos campos de concentração, visando a elevar a produtividade entre os prisioneiros na Segunda Guerra Mundial (1939-45).

A revelação foi feita pelo escritor Robert Sommer, que lança agora o livro livro Das KZ Bordell (O Bordel do Campo de Concentração). Segundo ele, o chefe de segurança de Adolf Hitler, Heinrich Himmler, montou os bordeis e criou um sistema de bônus que os prisioneiros dos campos podiam usar para comprar privilégios: cigarros ou sexo.

“Himmler acreditava profundamente na potência sexual dos homens. Pensava que o uso de bordeis poderia forçar os prisioneiros a trabalhar mais”, disse Sommer. O primeiro bordel foi criado no campo de concentração de Mauthausen, em 1942. Em seguida o programa foi levado a dez outros campos, incluindo Buchenwald, Dachau, Ravensbrueck, Sachsenhausen e Auschwitz.

O último foi criado em 1945, meses antes do término da guerra, no campo de Mittelbau-Dora, onde eram construídos foguetes V2.

Os guardas da SS (polícia política)não podiam frequentar os bordeis, que também eram proibidos para os judeus e os prisioneiros de guerra russos, disse Sommer. “Um prisioneiro alemão só podia procurar uma mulher alemã. Um prisioneiro polonês só podia ir a uma mulher polaca”, disse.

Cerca de 200 mulheres foram usadas como trabalhadoras sexuais, em sua maioria alemãs, mas também polonesas e ucranianas, além de uma holandesa.

Elas eram prisioneiras políticas e mulheres rotuladas pelos nazistas como “antissociais”, como mendigas, desempregadas ou alcoólatras. A SS recrutava mulheres que faziam trabalhos forçados, onde elas sabiam que não sobreviveriam muito tempo.

A banda pós-punk inglesa Joy Division

Joy Division foi uma banda pós-punk formada no ano de 1976, em Manchester, Inglaterra. A banda acabou em 18 de Maio de 1980 após o suicídio do vocalista e guitarrista, Ian Curtis.

O primeiro nome da banda era Warsaw, inspirado numa música de David Bowie "Warszawa" (do álbum Low). A banda Warsaw teve o seu primeiro concerto a 29 de Maio de 1977 como banda suporte de Buzzcocks e Penetration no Electric Circus.

Já existindo uma banda chamada Warsaw Pakt, decidiram mudar o nome da banda para Joy Division nos finais de 1977. "Joy Division" era o nome de uma casa de prostituição de uma série chamada The House Of Dolls (1965). Esse nome teve origem nos campos de concentração nazistas, e serviam justamente para designar a área reservada às prostitutas.

O album "An Ideal for Living", lançado pela banda em 1978 traz na capa uma ilustraçao que nos faz lembrar a Juventude Hitlerista:


É importante destacar que a banda Joy Division nao tinha simpatia ao regime nazista. Em uma entrevista nos 80, Stephen Morris declarou que a "obsessão" do grupo com o imaginário nazista veio de um desejo de manter viva a memória de sacrifício de seus pais e avós, durante a II Guerra Mundial. Ele argumentou também que as acusações de simpatia ao nazismo só fizeram que eles continuassem a utilizar este tipo de tema em seu trabalho, já que a banda sempre foi conhecida pelo seu estilo polêmico.

miércoles, 14 de abril de 2010

A Batalha de Berlim

A Batalha de Berlim foi uma das últimas batalhas ocorrida no teatro de guerra Europeu durante a Segunda Guerra Mundial. Ela foi resultado de maciça ofensiva soviética contra as forças alemães e de seus aliados no início de 1945. Seu planejamento previa o lançamento ao mesmo tempo de diversos ataques no leste da Europa, desde o Mar Báltico até a região dos Cárpatos, com o intuito de invadir os países ainda ocupados pelos alemães e, mais importante de tudo, chegar à Berlim e terminar a guerra antes que os aliados ocidentais entrassem na capital do Reich.

A batalha durou de abril 1945 até início de maio. Em um dos últimos dias da da batalha, Adolf Hitler cometeu suicídio. Poucos dias depois Berlim se entregava. Por fim, a Alemanha se rendeu seis dias depois do fim da batalha.

Após a morte de Hitler, e segundo os seus desejos no seu último testamento, o Almirante Karl Dönitz tornou-se o novo Reichspräsident e Joseph Goebbels no novo Reichskanzler. Contudo, o suicídio de Goebbels a 1 de Maio de 1945 deixou ao primeiro a tarefa de negociar a rendição da nação alemã. O alto comando alemão e a maioria das forças armadas alemãs renderam-se incondicionalmente aos Aliados a 8 de Maio de 1945. Embora algumas forças alemãs continuassem a lutar durante mais alguns dias, a guerra na Europa havia efetivamente chegado ao fim.

jueves, 11 de marzo de 2010

Posters do Eixo: LIBERATORS


"LIBERATORS"

Este poster produzido pelos alemaes em 1944 e distribuido na Holanda retrata os americanos como um "robot-monstro" que chega implacável para destruir a cultura européia.

miércoles, 10 de marzo de 2010

Senta a pua !!!!!

Senta a Pua! é o símbolo e grito de guerra do 1º Grupo de Aviação de Caça da Força Aérea Brasileira (FAB), tendo suas origens na Segunda Guerra Mundial.

O símbolo foi criado pelo então Capitão Aviador, depois Major-Brigadeiro Fortunato Câmara de Oliveira, Comandante da Esquadrilha Azul, e todos os elementos do símbolo tem uma explicaçao: .

- Faixa externa verde-amarela - o Brasil
- Quepe do avestruz - piloto da Força Aérea Brasileira
- Escudo - a robustez do avião P-47 Thunderbolt e proteção ao piloto.
- Fundo azul e estrelas - o céu do Brasil com o Cruzeiro do Sul
- Pistola - poder de fogo do avião P-47 Thunderbolt
- Nuvem - o espaço aéreo
- Fumaça e estilhaços - a artilharia antiaérea inimiga
- Fundo vermelho - o sangue derramado pelos pilotos na guerra

O avestruz, simbolo maior do Senta a Pua é um caso a parte, que merece uma explicaçao mais detalhada. Abaixo, reproduzimos o depoimento do seu próprio criador, o Major-Brigadeiro Fortunato Câmara de Oliveira:
"....E lá em Nova York era aquele bando de gente com aquele quepe branco, pareciam mesmo avestruzes, e ainda por cima comendo as coisas mais disparatadas para o brasileiro: feijão com açúcar, leite em pó, café ralo parecendo um chá ... Nós comíamos aquilo, e só mesmo um estômago de avestruz para agüentar a dieta. Bom, isso é só uma introdução para dizer que durante a viagem no Colombie alguém disse: “ Nós precisamos bolar o nosso símbolo”, e na discussão, disseram: “A coisa que mais nos caracteriza aqui é o fato de nós sermos ‘avestruzes', comendo essas coisas”.

Todos acharam uma boa idéia, e ficou a pergunta: “Quem é mais parecido com avestruz aqui?”. “O Lima Mendes”, concordou o grupo. Aí eu pedi para o Lima Mendes pousar um pouquinho, fiz a caricatura dele, depois adaptei a cara do avestruz e acrescentei as cores , tudo com um significado especial. Então veio o termo ‘SENTA A PUA' , trazido pelo Tenente Rui Moreira Lima. ‘Senta a pua' era um termo do Norte, e o comandante dele chamado Capitão Firmino, mais conhecido como Firmino da Paraíba , toda vez que ia entrar em ação, fazer alguma coisa, dizia: “Senta a Pua !”. O Rui sugeriu: “Que tal ‘Senta a Pua' ?” e todos concordamos.

Estávamos ao redor de uma mesinha no navio: eu, Lima Mendes, Rui, o Meira - se não me engano- então eu desenhei o símbolo. Tem a nuvem, que é o chão do avião, o vermelho que é o céu de guerra, o escudo que representa o cruzeiro do sul ... Armei o avestruz com uma pistola que era o “tiro”, depois botei o quepe. Quando nós entramos em combate e começamos a ‘levar tiro' dos alemães, fizemos mais um “flak” (explosão) estourando perto do avestruz. É essa a história do ‘Senta a Pua': muito simples e eu acho que engraçada também ... bem humorada. ”


domingo, 21 de febrero de 2010

Karl Dönitz, o último Führer do III Reich


Adolf Hitler, um dos personagens mais polêmicos do século XX, foi o grande Führer do III Reich alemao por 12 anos (1933-1945), mas nao foi o último. Pouca gente sabe, mas Karl Dönitz, o comandante da Kriegsmarine, a marinha alemã, foi o último Führer da Alemanha por 23 dias, após a morte de Hitler.

Durante os últimos dias do mês de abril de 1945, Berlim estava rodeada pelo exército vermelho e um constante dilúvio de bombas caiam sobre a cidade. Hitler se encontrava encurralado em um bunker situado debaixo do edificio da Chancelaria.

Acuado, e principalmente consciente de que seu fim estava próximo, Hitler convocou sua secretária Traudl Junge para ditar seu testamento político onde nomeava como seu sucessor no governo de Estado e da Werhmacht ao almirante Karl Donitz, deixando como missao continuar o combate contra o exército aliado. Hitler nomeou a Martín Bormann e Joseph Goebbels como testemunhas de seu testamento e aproveitou para expulsar formalmente a Göring e Himmler do partido e todas as suas funçoes, por traiçao.

Dönitz não iria tornar-se Führer, mas sim presidente da Alemanha, um posto que Hitler havia abolido anos antes, e Joseph Goebbels, líder do estado e chanceler. Entretanto, depois que Hitler cometeu suicídio, em 30 de abril de 1945, Goebbels fez o mesmo no dia seguinte, e portanto Dönitz acabou acumulando os dois cargos, por esta razao, muitos autores o reconhecem como um Führer de fato.

Dönitz exerceu o cargo até ser preso por tropas britânicas em 23 de maio de 1945. Tinha ele efetuado um esforço enorme na tentativa de fazer com que tropas alemãs rendessem-se aos americanos e não aos soviéticos, dado o medo alemão de uma possível vingança soviética.

Durante os Julgamentos de Nuremberg, Dönitz foi acusado de promover uma guerra agressiva, conspiração para promover guerra agressiva e crimes contra as leis da guerra. Dönitz foi considerado culpado das acusações de "crime contra a paz", pelo qual ele foi sentenciado a 10 anos de cadeia, na prisão de Spandau, em Berlim Ocidental.

Suas memórias, Dez Anos e Vinte Dias, apareceram na Alemanha em 1958, e foram lançadas em inglês no ano seguinte. No decorrer de sua vida, sua reputação foi reabilitada, em grande parte. Dönitz fez tudo o que podia para responder correspondências e cartões autografados para outros. Quando morreu, em 24 de dezembro de 1980, muitos de seus ex-subordinados e outros oficiais navais estrangeiros foram ao funeral, em 6 de janeiro do ano seguinte.

miércoles, 17 de febrero de 2010

Morre soldado da foto-símbolo da vitória da URSS sobre Hitler na Segunda Guerra


Abdoulkhakim Ismailov morreu aos 93 anos no Daguestão. Foto da bandeira soviética sobre o Reichstag pode ter sido encenada.

Um dos três soldados da extinta URSS imortalizados numa fotografia que mostra a bandeira soviética hasteada no telhado do Reichstag, a sede do Parlamento alemão, em Berlim, em maio de 1945, morreu aos 93 anos, anunciaram nesta quarta-feira (17) as autoridades russas.

Abdoulkhakim Ismailov, que foi declarado herói da União Soviética, morreu na terça-feira em Khassaviourt, Daguestão, república do Cáucaso russo, informou a prefeitura da cidade em seu site.

"Sua enorme experiência de vida e os serviços que prestou à pátria ficaram para sempre gravados nas memórias de gerações de hoje e de amanhã", segundo o comunicado.

Ismailov, que serviu ao Exército Vermelho desde 1939, chegou a participar da terrível batalha de Estalingrado (1942-1943), vencida pela URSS e que marcou o início do recuo das tropas nazistas de Adolf Hitler.

Um dos três soldados da extinta URSS imortalizados numa fotografia que mostra a bandeira soviética hasteada no telhado do Reichstag, a sede do Parlamento alemão, em Berlim, em maio de 1945, morreu aos 93 anos, anunciaram nesta quarta-feira (17) as autoridades russas.

Abdoulkhakim Ismailov, que foi declarado herói da União Soviética, morreu na terça-feira em Khassaviourt, Daguestão, república do Cáucaso russo, informou a prefeitura da cidade em seu site.

"Sua enorme experiência de vida e os serviços que prestou à pátria ficaram para sempre gravados nas memórias de gerações de hoje e de amanhã", segundo o comunicado.

Ismailov, que serviu ao Exército Vermelho desde 1939, chegou a participar da terrível batalha de Estalingrado (1942-1943), vencida pela URSS e que marcou o início do recuo das tropas nazistas de Adolf Hitler.

martes, 16 de febrero de 2010

Triângulos do Holocausto


A figura acima mostra um gráfico com as marcações de prisioneiro usados em campos de concentração alemão. A lista de categorias de marcas verticais para os seguintes tipos de presos: político, criminoso profissional, emigrante, Estudantes da Bíblia (como as Testemunhas de Jeová eram então conhecidas), homossexuais, e outras nacionalidades. As categorias horizontais começam com as cores básicas, e depois mostram os reincidentes, os judeus, judeus que tenham violado as leis raciais por ter relações sexuais com arianos e arianos que violaram leis raciais por ter relações sexuais com os judeus. No canto inferior esquerdo, P é para poloneses e T para tchecos. Os símbolos restantes dão exemplos de padrões de marcação.

Os campos de concentração nazistas, durante a Segunda Guerra Mundial, possuíam um sistema de figuras geométricas em forma de triângulos, para auxiliar na identificação do tipo de pessoa que a portava. Alguns historiadores dizem invertidos, contudo isso, é com respeito a cor, as inclinações e a sobreposição das figuras que se baseavam os critérios para classificação dos segregados em seus respectivos campos.

Os triângulos

Face ao enorme remanejamento nos campos de concentração alemães e para efeito de transporte de prisioneiros que cumpriam tarefas fora dos campos, em vez de números, os administradores tiveram de elaborar uma engenhosa solução gráfica de identificação, que facilitava-os no monitoramento entre outros cidadãos que trabalhavam nas indústrias bélicas. Esses prisioneiros, requeridos a serviço dentro ou fora dos campos, eram obrigados a usar triângulos coloridos nas vestes para sua rápida identificação ao longe. Eram as cores dos triângulos que facilitavam identificar tanto o campo de origem do prisioneiro como seu idioma. Como esses campos eram organizados para atender o idioma dos prisioneiros, a nacionalidade e/ou preferência política, alguns historiadores entenderam que os triângulos teriam a obrigação de responder sua etnia (no sentido de raça e religião). Desse modo, com ou sem etnia, as cores variariam muito de campo para campo e de lugar para lugar. As tonalidades mais comuns correspondiam aos campos mais populosos.

Como exemplo

Amarelo
Judeus - dois triângulos sobrepostos, para formar a Estrela de Davi, com a palavra "Jude" (judeu) inscrita; mischlings i.e., aqueles que eram considerados apenas parcialmente judeus, muitas vezes usavam apenas um triângulo amarelo.

Vermelho
Dissidentes políticos, incluindo comunistas, sociais-democratas, liberais, anarquistas e maçons.

Verde
Criminoso comum. Criminosos de ascendência ariana recebiam frequentemente privilégios especiais nos campos e poder sobre outros prisioneiros, sendo como exemplo Kapos ou chefes de block.

Púrpura (roxo)
Basicamente aplicava-se a todos os objectores de consciência por motivos religiosos, por exemplo, as Testemunhas de Jeová, que negavam-se a participar dos empenhos militares da Alemanha nazista e a renegar sua fé assinando um termo declarando que serviriam a Adolf Hitler.

Azul
Imigrantes. Foram usados, por exemplo, pelos prisioneiros Espanhóis que se exilaram em França a seguir à derrota na revolução Espanhola, e que mais tarde foram deportados para a Alemanha considerados como apátridas.

Castanho
Ciganos roma e sinti.

Negro
Lésbicas e mulheres "anti-sociais". (alcoólatras, grevistas, feministas, deficientes e mesmo anarquistas). Os Arianos casados com Judeus recebiam um triângulo negro sobre um amarelo.

Rosa
Homossexuais.


A questão dos triângulos invertidos

Os triângulos coloridos cumpriam a missão de identificar os detentos quando mandados para trabalhar em alguma fábrica ou no ir e vir as cidades, logo alguns segregados (astutamente) descobriram que invertendo o lado do triangulo o mesmo mudava de cor. Essa cor de fundo facilitava ao elemento se comunicarem com outros campos ou em alguns casos cumprir tarefas num campo menos vigiado e depois fugir, essa solução entretanto foi descoberta e algum administrador elaborou outra solução sobrepondo os triângulos de algumas classes.

Dois triângulos sobrepostos formando uma Estrela de David.
  • Dois triângulos sobrepostos amarelo, o emblema "Amarelo", um judeu
  • Triângulo vermelho invertido sobrepostas em um amarelo-prisioneiro político judeu.
  • Verde em cima de um triângulo invertido amarelo um judeu "criminoso habitual".
  • Triângulo roxo invertido sobrepostas em um amarelo correspondia a umaTestemunha de Jeová de ascendência judaica.
  • Triângulo invertido rosa sobreposta a um amarelo: um delinquente sexual judaico.
  • Triângulo preto invertido sobrepostas em um amarelo "anti-social" e "trabalho tímido" judeus.
  • Triângulo preto superposto sobre um triângulo amarelo, um judeu condenado de miscigenação e rotulados como um profanador da "raça".
  • Triângulo amarelo sobreposto a um triângulo preto invertido, um ariano (mulher) condenado por miscigenação e rotulados como um profanador "raça".
Letras

Além do código das cores , alguns subgrupos tinham o complemento de uma letra localizada no centro do triângulo, para especificar prefixo do país de origem do prisioneiro, por exemplo:

B para belgas.
F para franceses.
I para italianos.
P para polacos.
S para espanhois.
T para tchecos.
U para húngaros.


Além disso, reincidência, receberia mais barras em suas estrelas, uma cor diferente para um crime diferente.

Um prisioneiro político teria uma barra vermelha sobre a sua estrela ou triângulo
Um criminoso habitual teria uma barra verde
Um trabalhador forçado estrangeiro teria uma barra azul
A Testemunha de Jeová teria uma barra púrpura
Infratores teria uma barra-de-rosa
Um anti social teria uma barra preta
Cigano (Roma) teria uma barra marrom

FONTE: http://avidanofront.blogspot.com

lunes, 15 de febrero de 2010

Hitler tomou precursor do 'Viagra', diz livro


Quem diria? Tudo começou com Adolf Hitler! Sim, o carrasco nazista tomou uma forma primitiva de 'Viagra' para melhorar sua potência sexual nos encontros com a sua amada Eva Braun.

A afirmação foi feita em livro escrito por Henrik Eberle e Hans-Joachim Neumann, que analisaram minuciosamente os arquivos médicos do líder alemão.

O precursor do 'Viagra', que seria um extrato de testosterona criado pelo médico Theodor Morrell, era administrado ao Führer por injeção, já que ele tinha medo de pílulas.

A pesquisa feita por Eberle e Neumann também descobriu que Hitler tomava grande quantidade de um remédio contra flatulência que continha pequena dosagem de estricnina, substância que funciona como estimulante do sistema nervoso central e também como veneno contra ratos.

O histórico médico do Führer aponta que ele tinha exagerado medo de câncer e que teve que remover várias vezes pólipos das cordas vocais por causa da excessiva energia que impunha aos seus discursos.

lunes, 1 de febrero de 2010

Por que Hitler usava aquele bigode ?


Todo mundo queria saber, mas enquanto Adolf Hitler era vivo ninguém teve coragem de perguntar qual foi a inspiração para manter o bigode que se tornaria a marca registrada de uma das criaturas mais sinistras da face da Terra. Depois de morto, ficou mais difícil ainda descobrir.

Embora a solução do mistério seja apenas uma curiosa excentricidade, ela foi revelada em um livro sobre um companheiro do ditador. O dado está na biografia sobre o escritor Alexander Moritz Frey, que serviu com Hitler nas fileiras alemãs durante a I Guerra Mundial como soldados de infantaria de uma divisão da Bavária.

Existem dezenas de fotos que ilustram um Adolf Hitler jovem e de bigode, porém ele usava o estilo clássico prussiano na época, ou seja um bigode comprido para os lados e pontudo, como podemos ver na foto abaixo, data de 1916.

Porém, quando foi enviado para o front francês durante a 1ª Guerra Mundial, Hitler recebeu ordens de cortar o bigode original para que pudesse utilizar corretamente sua máscara anti-gás.

O uso de gás de mostarda pelas tropas britânicas obrigava todos os soldados a terem às mãos as máscaras contra gases e seu bigode largo não permitia que o equipamento provesse total vedação ao rosto de quem o usava.

Frey, que morreu em 1957, deixou escrita sua impressão sobre o primeiro encontro que teve com o colega soldado Adolf Hitler, em 1915, num texto até hoje inédito: "Um homem pálido, que se jogou no chão do nosso abrigo antiaéreo assim que as primeiras cargas de artilharia começaram a cair sobre nós naquela manhã. Ele parecia alto, mas na verdade era muito magro. Um grande bigode, que teria de cortar depois quando recebemos as novas máscaras contra gases, cobria uma boca muito feia".

Alguns registros históricos descrevem que uma vez finalizada a guerra, Hitler teria gostado mais do seu novo "visual" e assim o manteve até o fim de seus dias.

lunes, 25 de enero de 2010

Você sabia ?

Que a operação mais importante da Segunda Guerra Mundial quase se chamou "Operação Naftalina" ?

No começo de 1943, depois de varias e longas reunioes, finalmente o Estado Maior Aliado definiu todos os detalhes para o desembarque de milhares de soldados nas praias francesas, o famoso Dia D.

Até os dias de hoje, toda a operaçao militar necessita de um cógido, e com o Dia D nao poderia ser diferente. Naquela época existia um orgão responsável de dar nome as operaçoes levadas a cabo durante a Segunda Guerra Mundial. Esse orgao era o ISSB (Inter Services Security Bureau), que desenvolvia um trabalho muito mais complexos do que possa parecer: Os nomes das operaçoes eram organizados de uma forma que nao fossem utilizados mais de uma vez e também havia um cuidado de nao utilizar nomes parecidos que pudessem causar confusão.

Quando o ISSB foi informado que o Dia D já estava pronto para ficar operativo, se buscou uma palavra para dar nome á operação. Por uma simples falta de uma opção melhor, o ISSB sugeriu que o desembarque aliado nas praias franceses que futuramente sería conhecido como a grande virada dos aliados contra os nazistas, se chamasse "Operação Naftalina" (Operation Mothball).

Conta-se que nessa mesa tarde, quando o primeiro ministro inglês, Winston Churchil soube da escolha do nome para o Dia D, teve um grande acesso de raiva e questionou seus subordinados da seguinte forma "Os senhores querem me dizer que essa turma de inúteis pretendem que dentro de cinquenta anos nossos netos chamem a operação que liberou a Europa de Operaçao Naftalina ? Se eles nao tem a capacidade de encontrar um nome decente, eu mesmo darei o nome. O Dia D, se chamará "Operação Overlord" (em português, "Chefe Supremo").

E foi assim que no dia 6 de junho de 1944, aconteceu o maior desembarque militar da história, que graças a Churchill, recebeu o pomposo nome de Overlord. Se dependesse da burocracia militar inglesa, essa importante operaçao militar, teria o enfadonho nome de "Operaçao Naftalina".

O oficial que só se rendeu em 1974



O segundo Tenente Hiroo Onoda ( é um oficial japonês da inteligência do exército que estava posicionado em Lubang nas Filipinas durante a Segunda Guerra Mundial. Estava lá quando a ilha foi recuperada pelos aliados em fevereiro 1945, ao final da guerra. A maioria das tropas japonesas morreu ou foi capturada por forças americanas.

Onoda ficou internacionalmente conhecido porque durante 29 anos, recusou a se render, porque ninguém era capaz de convencê-lo de que a guerra tinha acabado com a rendição do Imperador. Em 1960, Onoda foi declarado legalmente morto no Japão.

Encontrado por um estudante japonês, Norio Suzuki, Onoda recusou-se ainda a aceitar que a guerra tinha acabado a menos que recebesse ordens para baixar armas diretamente de seu oficial superior. Suzuki se prontificou a ajudar e retornou ao Japão com as fotografias de si mesmo e de Onoda como a prova de seu encontro. Em 1974, o governo do japonês encontrou o oficial comandante de Onoda, Taniguchi, que havia se tornado um livreiro. Taniguchi foi para Lubang e informou a Onoda da derrota do Japão na segunda Guerra e ordenou-lhe a depor armas. Assim, o tenente Onoda emergiu da selva 29 anos após o fim da segunda guerra mundial, e aceitou a ordem do oficial comandante da rendição vestindo seu uniforme e espada, com seu rifle Arisaka ainda em condições operacionais, com 500 cartuchos de munição e diversas grenadas de mão.

Embora tivesse matado aproximadamente trinta habitantes Filipinos locais e engajado diversos tiroteios com a polícia, as circunstâncias destes eventos foram levadas em consideração da situação, e Onoda recebeu o perdão do presidente filipino Ferdinand Marcos.

Depois de sua rendição, Onoda se mudou para Brasil, onde se transformou um fazendeiro de gado. Publicou uma autobiografia: No Surrender: My Thirty-year war (no Brasil, publicado pela Empresa Jornalística S. Paulo Shimbum S.A. como "Os Trinta Anos de Minha Guerra"), logo após sua rendição, detalhando sua vida como um combatente de guerrilha em uma guerra há muito tempo terminada. Revisitou a Ilha de Lubang em 1996, doando $10.000 para a escola local em Lubang. Casou-se com uma japonesa e voltou para o Japão, para administrar um acampamento para crianças.


martes, 19 de enero de 2010

A oração do paraquedista


A oração abaixo foi encontrada no corpo do Aspirante pára-quedista Zirnheld das Forças Francesas Livres, morto em combate em 1942 no Norte de África. Desde entao se tornou a oraçao do paraquedista, entoada principalmente em cerimônias militares.

Dai-me, Senhor, o que Vos resta.

Dai-me o que nunca ninguém Vos pede.
Eu não Vos peço o repouso,
Nem a tranquilidade,
Nem a da alma, nem a do corpo.
Eu não Vos peço a riqueza,
Nem o êxito, nem mesmo a saúde.

Eu quero a incerteza e a inquietude,
Eu quero a tormenta e a luta...
E concedei-mas, Senhor,
Definitivamente
Que eu tenha a certeza de as ter para sempre,
Porque não terei sempre a coragem
De Vo-las pedir.

Dai-me, Senhor, o que Vos resta.
Dai-me o que os outros não querem.
Mas dai-me também a coragem
E a força e a fé...


lunes, 18 de enero de 2010

HJ - Hitlerjugend (Juventude Hitlerista)

A Juventude Hitlerista, ou Juventude Hitleriana (em alemão, Hitlerjugend) foi uma instituição obrigatória para jovens da Alemanha nazista, que visava treinar crianças e adolescentes alemães de 6 a 18 anos de ambos os sexos para os interesses nazistas. Os jovens se organizavam em grupos e milícias para-militares. Esses grupos de indivíduos, doutrinados pelo estado, existiu entre 1922 e 1945.

Aparentemente Hitler não acreditava que as escolas públicas pudessem nazificar a juventude, acreditando que a Juventude Hitlerista pudesse fazê-lo, porém, a Juventude Hitlerista era um movimento juvenil relativamente pequeno, em 1932, o alistamento total possuía apenas 107.956, enquanto do Comitê do Reich das Associações da Juventude Alemã chegavam à 10.000.000 de jovens, o maior movimento juvenil do mundo

Aos 14 anos os rapazes entravam na Juventude Hitlerista propriamente dita, ficando nela até os 18 anos, quando era transferido para a Cooperação pelo Trabalho ou a Wehrmacht. Na Juventude Hitlerista os rapazes recebiam treinamento em doutrinas nazistas, artes militares, acampavam, sendo conhecidos pela populaçãop por "usarem pesadas mochilas e marcharem nos fins de semana". De 10 à 14 anos, as jovens alemãs eram alistadas como Jungmädel (Jovens Donzelas), seu uniforme era composto de uma blusa branca, saia azul e meias e sapatos de marcha, seu treinamento era como o dos rapazes. Aos 14 anos as moças entravam para a Bund Deutscher Mädel ou B.D.M (Liga das Moças Alemãs), ficando nela até os 21 anos, algumas vezes as moças também faziam experiências em arte militar.

Hitler nomeou Baldur von Schirach, quer desde 1925 já era líder da Juventude Hitlerista, “líder da Juventude do Reich Alemão” em junho de 1933, posteriormente em vez de subordinar-se ao Ministério da Educação, Schirach passou à ser responsável diretamente perante Hitler.

No fim de 1938, a Juventude Hitlerista teria 7.728.259 membros, entretanto em torno de 4 milhões de jovens ainda estavam fora da organização, então, em março de 1939, o regime nazista decretou uma lei no qual todos os jovens deviam ser convocados para a Juventude Hitlerista, de forma semelhante ao exército. Caso os pais se recusassem a alistar seus filhos, eram submetidos a severas sentenças de prisão, ou seus filhos poderiam ser mandados para orfanatos ou outros locais.

CURIOSIDADE: As últimas condecoraçoes da Cruz de Ferro entregues pessoalmente por Hitler foram otorgadas à jovens da Juventude Hitlerista. Esta cerimônia foi realizada horas antes de seu suícidio no jardim do Bunker em Berlin em abril de 1945. Abaixo a foto da entrega das cruzes. Esta foto sería a última foto de Hitler.

viernes, 8 de enero de 2010

FILME: O resgate do soldado Ryan

Dia 6 de Junho de 1944, o famoso "Dia D", o Capitão John Miller (Tom Hanks) tem a missão de desembarcar na praia de Omaha e livrá-la dos alemães para que as tropas aliadas possam usá-la como ponto de entrada para a guerra. Depois de muitas mortes, John Miller consegue tomá-la, mas não sem perder quase todo seu pelotão, do qual só restaram seis soldados : Soldado Reibben (Edward Burns), Sargento Horvath (Tom Sizemore), Soldado Caparzo (Vin Diesesl), Soldado Mellish (Adam Goldberg), Soldado Jackson (Barry Pepper), Médico Wade (Giovanni Ribisi).

Ao mesmo tempo nos EUA – Um a secretária percebe nos papéis de baixas de guerra que o sobrenome Ryan se repetia 3 vezes, logo encaminhou a papelada ao Chefe deo Estado Maior, este lendo uma carta de Abrahan Lincon diz que vai salvar o quarto membro da família, e trazê-lo de volta, mesmo sem saber se este ainda está vivo.

A missão é entregue ao Capitão John Miller, como recompensa se conseguirem resgatar o Soldado James Ryan (Matt Damon) ele e seu pelotão ganham o direito de retornar à casa. Para isso Capitão John Miller recruta o Cabo Upham (Jeremy Davies), pois este era um ótimo tradutor, mas não tinha experiência em combates.

No caminho o pelotão começa a questionar se é justo arriscar oito vidas, para salvar apenas uma, Cap. Miller diz que se fosse preciso isso para voltar para casa ele o fará.

De cidade em cidade o pelotão vai passando e procurando Ryan, sem muita sorte, durante o caminho, acontecem baixas, o Soldado Carpazo e o Médico Wade morrem em lutas, essas baixas levam o pelotão a brigar entre si questionando o se é justo o preço de uma vida.

Dias depois o pelotão se encontra com Ryan, ele estava defendendo uma ponte (coisa preciosa numa guerra), Capitão John Miller dá a notícia de que Ryan já perdera os 3 irmãos na guerra e que lhe foi incubida a missão de levá-lo para casa, Ryan não aceita e diz que quer continuar.

Depois de muito se discutir, Capitão John Miller decide que o peltão dele vai se unir a outro para emboscar os alemães que se aproximavam, o único problema é que eles contavam com pouca artilharia pesada e os inimigos que se aproximavam pareciam vir munidos de tanques.

Então começa a corrida contra o tempo, a única vantagem que Miller e seu pelotão tem, é de estar no meio de uma cidade em ruínas, ele decide aproveitar e armar armadilhas preparando assim uma emboscada para os alemães que se aproximavam. Depois de armadas todos à postos, Jackson dá o sinal do alto da torre, eles são em 30 a 50 e ainda dois tanques, nesse momento todos se desesperam, mas nada de desistir, todos vão para seus lugares e a batalha começa, muitos alemães tombam perante a emboscada armada por Miller mas os que sobram ainda são muito e com poder de fogo alto, uma MD-11 aparece no meio dos alemães e faz a diferença, Miller e seus soldados começam a recuar, Jackson morre, depois Mellish morre e Upham com medo não fez nada para ajudá-lo em seguida quem tomba é sargento Horvart, acuados e do outro lado da ponte para que essa seja explodida Miller é baleado e não consegue detonara ponte, um tanque vem em sua direção, ele vai ser atropelado, quando do céu seurgem bombardeiros americanos que vem em seu resgate, logo tudo é resolvido, mas a que preço?

Mitsubishi A6M Zero


O A6M Zero foi o principal caça da marinha japonesa durante toda a Segunda Guerra Mundial. Ganhou reputação de invencível no início da participação nipônica no conflito, com poder de manobra, alcance e razão de subida inigualáveis por qualquer caça ocidental, tanto de terra quanto embarcado. Foi também o avião usado tanto por Hiroyoshi Nishizawa o maior piloto japonês desta guerra; quanto por Saburo Sakai, o maior ás japonês que sobreviveu ao conflito.

Tinha um defeito fundamental: para que pudesse ter a leveza e o poder de manobra que tinha, era privado de blindagem em relação à cabine do piloto e ao tanque de combustível, o que a exemplo de outros aviões de guerra japoneses do início do conflito, o tornava extremamente vulnerável ao fogo inimigo. Vulnerabilidade esta, típica desses vários modelos de aviões de combate japoneses, responsável pela morte de muitos tripulantes que ao longo do conflito fizeram falta pela sua quantidade e experiência em momentos críticos para o Japão.

Embora insuperável no combate individual, os aliados ainda em 1942 desenvolveram táticas de combate aéreo em grupo que cedo começaram a anular tal vantagem. E logo que modelos aliados equivalentes ou mais aperfeiçoados começaram a entrar em serviço ao final de 1943, foi superado, sendo porém mantido como principal caça nipônico na linha de frente por falta de uma política industrial que produzisse em grande escala algum de seus substitutos que já estavam disponiveís em meados de 1944. O Zero foi muito famoso também por ter sido o principal avião utilizado pelos Kamikazes, sendo considerado ainda hoje uma obra incrível de engenharia que marcou o início da tecnologia de alta precisão japonesa.

Fabricante: Mitsubishi
Projetado por: Jiro Horikoshi
Primeiro vôo: 1 de Abril de 1939
Entrada em serviço: Julho de 1940
Retirado de serviço: 1945 (Japão)
Produção: 19401945
Fabricados: 11.000

jueves, 7 de enero de 2010

Distinguished Service Cross

A Distinguished Service Cross (DSC) (em português, Cruz de Serviços Relevantes") é a segunda maior condecoração militar que pode ser dado a um membro do Exército dos Estados Unidos da América, premiado por extrema bravura e risco de vida em combate real com uma força armada inimiga. Ações que merecem a Distinguished Service Cross devem ser de tão alto patamar a ponto de sobressair-se todas as outras condecorações militares dos Estados Unidos, abaixo somente da Medalha de Honra. A Distinguished Service Cross é equivalente ao Crucifixo da Marinha (Marinha e Fuzileiros Navais) e ao Crucifixo da Força Aérea) (Força Aérea).

A primeira Distinguished Service Cross foi primeiramente dada durante a Primeira Guerra Mundial. Em adição, um número de premiações foram feitas por ações ocorridas antes da Primeira Guerra Mundial. Em vários casos, estes eram soldados que tinham recebido um Certificado de Mérito por bravura a qual, na época, era a única premiação de honra ao mérito além da Medalha de Honra que o exército poderia receber.

Esta condecoração é distinta da Distinguished Service Medal, que é dada em reconhecimento a soldados de serviço excepcionalmente meritório ao governo dos Estados Unidos em um dever de grande responsabilidade.

O Major do Exército Brasileiro, Apolo Miguel Rezk foi condecorado com esta medalha durante a 2ª Guerra Mundial.

miércoles, 6 de enero de 2010

Walther P38

A Walther P38 é uma pistola de 9 mm desenvolvida pela empresa alemã Walther para serviço na Wehrmacht. O objectivo era a substituição da pistola Luger P08, cuja produção estava prevista para terminar em 1942.

O conceito da P38 foi aceita pelos militares em 1938, mas a sua produção para testes só foi iniciada em 1939. A Walther começou a sua fabricação na fábrica de Zella-Mehlis, produzindo três séries de pistolas de teste. A terceira série foi considerada em condições e produção normal da arma foi iniciada em 1940. A produção manteve-se até depois do final da Segunda Guerra Mundial.

Modelo: P 38
Calibre: 9 mm (parabellum)
Comprimento: 219 mm (total) e 124 mm (cano)
Peso: 0,96 Kg
Carregador: Pente com 8 cartuchos
Velocidade Inicial do Projétil: 350 m/s.

martes, 5 de enero de 2010

Famosos na 2GM: John Kennedy

Kennedy nasceu no Estado de Massachusetts, um dos maiores redutos do Partido Democrata dos Estados Unidos, em 1917.

Serviu na Marinha durante a Segunda Guerra Mundial, sendo ferido na Batalha de Guadalcanal em 1943. Seu torpedeiro foi afundado por um destróier japonês e Kennedy, ferido, conduziu os sobreviventes até um local seguro.Condecorado por bravura, afastou-se do serviço militar por problemas na coluna vertebral.

Após voltar da guerra, ele se tornou um congressista democrata pela região de Boston, avançando em 1953 para o Senado. Enquanto se recuperava de uma cirurgia nas costas em 1955, ele escreveu "Profiles in Courage", que conquistou o Prêmio Pulitzer em história.

No início de 1960, Kennedy declarou-se candidato democrata às eleições presidenciais daquele ano. Vencedor de todas as primárias, Kennedy foi designado pelo Partido Democrata como candidato à Presidência, escolhendo para compor sua chapa o senador Lyndon B. Johnson, do Texas. O oponente republicano era o então vice-presidente, Richard Nixon. A 8 de novembro de 1960, após uma disputadíssima campanha, Kennedy vence por uma diferença de 112 881 votos, numa das eleições mais apertadas da história americana: 0,2% dos votos. Muitos atribuem a vitória de Kennedy a forma como aparecia na recente televisão, o carisma e a jovialidade eram passados com convicção. Kennedy foi o primeiro presidente dos Estados Unidos nascido no século XX.

lunes, 4 de enero de 2010

Você sabia?

Que o Jornal britânico "Time" era tão importante para os ingleses que se tornou um alvo de bombardeios durante a II Guerra Mundial ??

A importância do jornal Time para os ingleses é tal que durante a II Guerra Mundial os aviões alemães bombardearam sua redação em Londres para "calar a Inglaterra". Uma semana depois, o jornal voltava a circular, em uma redação improvisada, pedindo desculpas aos leitores pela "impontualidade".

domingo, 3 de enero de 2010

Panzer III

O Panzerkampfwagen III (PzKpfw III), geralmente conhecido como Panzer III, foi um tanque desenvolvido nos anos 30 pela Alemanha Nazista e usado intensivamente na Segunda Guerra Mundial. Foi planejado para combater outros veículos de combate, servindo a lado como um suporte para a infantaria. Em breve seria substituído pelos Panzer's IV, embora alguns ainda continuassem a ser utilizados para suporte.

A 11 de Janeiro, 1934, após especificações criadas por Heinz Guderian, o departamento de Armas do Exército começou a desenvolver planos para um tanque médio com o máximo de 24000 kg e uma velocidade máxima de 35 km/h, com a intenção de ser o principal tanque das forças Alemãs Panzer, capaz de destruir outros tanques.

O Panzer III era um bom tanque, mas não supreendentemente bom, em termos de blindagem, armamento e mobilidade. Contudo influenciou os futuros tanques ao possuir três homens na tripulação do canhão (artilheiro, carregador e comandante), deixando assim o motorista livre para concentrar-se em dirigir o tanque .

A intenção de utilizar o Panzer III como o principal tanque de batalha Alemão foi largada, devido ao canhão de 50 mm não conseguir penetrar a armadura do tanque Soviético T-34, e foi assim substituído pelo Panzer IV, que conseguia carregar um canhão de 75 mm.

Mais tarde na guerra, um modelo do Panzer III foi criado com um canhão de 75 mm, mas com menos velocidade do que o Panzer IV, sendo adoptado como arma anti-infantaria.

O chassis do Panzer III fez com que surgisse o caça-tanques STUG III armado com um canhão L/34 de 75mm .

Variantes

* Panzer III Ausf A,B,C,D - modelos de pré-produção em 1937-38.
* Panzer III Ausf E,F - Modelos de produção de 1939-1940.
* Panzer III Ausf G - Mais blindagem. Armado com 50 mm L/42.
* Panzer III Ausf H - Modificações menores.
* Panzer III Ausf J - Blindagem frontal modificada novamente.
* Panzer III Ausf J/1 - Armado com 50 mm L/60.
* Panzer III Ausf L - Blindagem aumentada para 50 mm + 20 mm.
* Panzer III Ausf M - Modificações menores.
* Panzer III Ausf N - Armado com um canhão de 75 mm L/24.

jueves, 31 de diciembre de 2009

Dog tag


Um dog tag é o nome informal para as plaquetas de identificação usadas por militares, por causa de sua semelhança com coleiras de cachorro (do inglês, dog tags). Tais plaquetas são usadas primariamente para a identificação de falecidos ou feridos e para serem providenciadas as informações médicas básicas para tratamento.

Num dog tag está contido o tipo sangüíneo e histórico de tratamentos usando substâncias químicas (através de vacinas e afins). Um soldado geralmente possui dois dog tags. No caso de um membro possuir uma condição que requer atenção especial, uma plaqueta vermelha adicional contendo tal informação é colocada junta dos outros dog tags.

Existe um hábito entre os marines americanos de fazer uma tatuagem de suas dog tags para que
possam ser identificados em caso de acidente, ataque ou ferimento por artefato explosivo que danifique a dog tag metálica.




miércoles, 30 de diciembre de 2009

Cruz de Honra a Mãe Alemã

Ter muitos filhos durante o regime nazista poderia render bons incentivos econômicos às familias alemaes. Além desses incentivos, o regime nazista criou uma condecoraçao chamada "Ehrenkreuz der Deutschen Mutter" (Cruz de Honra a Mãe Alemã), también llamada "Mütterkreuz", que era otorgada as mulheres que geravam filhos "Ariernachweis" (de ascendencia aria) a grande Alemanha, para que no futuro servissem como soldados de Hitler.

A Cruz de Honra a Mãe Alemã tinha 3 graus:

- Em bronze para as mães que tivessem 4 filhos
- Em prata para as mães que tivessem 6 filhos
- Em ouro para as mães que tivessem 8 filhos

A mãe que desse a luz a um sétimo filho tinha o duvidoso privilégio de que seu filho pudesse ser apadrinhado por Heinrich Himmler.

Famosos na 2GM - Don Adams, o Agente 86

Donald James Yarmy, mais conhecido como Don Adams (1923-2005), foi um comediante e ator norte-americano.

Criou fama como protagonista da série de comédia norte-americana Get Smart, como o personagem Maxwell Smart, o trapalhão agente 86, nome pelo qual a série era conhecida no Brasil. Causou sucesso estrondoso, rendendo-lhe várias indicações a prêmios como o Globo de Ouro e o Emmy, sendo que, nesse último, ganhou três vezes consecutivas na categoria de melhor ator de séries cômicas. A série foi exibida de 1965 a 1969 pela NBC e teve mais uma temporada em 1970 pela ABC. Fazia par na série com a agente 99, interpretada pela atriz Barbara Feldon.

Durante a segunda guerra mundial serviu na Marinha Americana, combatendo onde combateu na batalha de Guadanacal, sendo o único sobrevivente do seu pelotao. Durante a guerra, contraiu malária, ficando hospitalizado por mais de um ano. Quando se recuperou, trabalhou durante os últimos meses da guerra como instrutor.

lunes, 28 de diciembre de 2009

FILME: A Queda

No meio de uma noite de novembro de 1942, um grupo de jovens mulheres é escoltado por oficiais das SS, através do bosque, até a Toca do Lobo, o QG de Hitler na Prússia Oriental. São candidatas ao cargo de secretária pessoal do Führer. Entre elas, está Traudl Junge, uma jovem de Munique, de 22 anos. Ela é escolhida para o trabalho, e a idéia de servir ao Führer pessoalmente a deixa radiante. Em abril de 1945 os russos tomam Berlim deixando o exército alemão em pânico. "A Queda! As Últimas Horas de Hitler" é baseado nos relatos de Traudl Junge, além de livros, entre eles o de Joachim Fest, a maior autoridade mundial em nazismo.

Confira o trailer, clicando aqui

sábado, 26 de diciembre de 2009

Posters Aliados: Conheça os Uniformes Inimigos


Durante os primeiros anos da Segunda Guerra Mundial, quando a Alemanha detinha o poder aéreo e a Inglaterra estava bordando o colalpso, as autoridades inglesas temiam um desembarque massivo de soldados alemaes às ilhas britânicas.

Uma série de posters foram espalhados pelas cidades inglesas para que a populaçao pudesse reconhecer um soldado alemao.

Famosos na 2GM - Charles Bronson


Filho de um mineiro lituano, Bronson cresceu na Pensilvânia sem falar uma palavra de inglês. Apesar de ter completado o segundo grau, era esperado que ele se juntasse ao pai e seus irmãos no trabalho em minas de carvão. Porém, foi no cinema que ele se projetou e, apesar da longa carreira, que teve início nos anos 50, somente ganhou popularidade na década de 1970. Nessa fase, ficou conhecido como "o homem de poucas palavras e muita ação", pelas características de seus personagens.

Antes mesmo de participar qualquer filme, Bronson somente pôde conhecer o mundo, quando serviu no exército americano, durante a Segunda Guerra Mundial, dirigindo caminhões. Foi também artilheiro de Cauda e instrutor de tiro na USAAF. Completou 25 missões e foi condecorado com um Purple Heart.

Alguns dos seus filmes:

- Era uma Vez no Oeste
- Os Doze Condenados
- Fugindo do Inferno
- Sete Homens e um Destino
- Cidade Tenebrosa
- Vera Cruz
- A Mulher Absoluta
- Desejo de Matar
- Adeus às Ilusões
- Os Canhões de San Sebastian
- Quando Explodem as Paixões

Supermarine Spitfire

Projetado em 1936 por Reginald Mitchell (criador, na década de 1920, do também famoso Supermarine S6), entrou em serviço em agosto de 1938, na versão Mk I.

A fama deste caça afirmou-se com a Batalha da Inglaterra, onde a sua performace nas média e baixa altitudes (nas quais foram travados os principais combates) superou a do então principal caça alemão, o Messerschmitt Bf 109. Embora no computo final da batalha se verifique que foram abatidos mais caças britânicos do que alemães, as perdas de aviões abatidos no total, contando-se os bombardeiros, impostas pela Royal Air Force à Luftwaffe, através dos Spitfire e Hawker Hurricane, frustrou os planos de Adolf Hitler de obrigar a Grã-Bretanha a assinar a paz segundo os seus termos.

No final de 1941, quando os nazistas já estavam focados no seu principal objetivo, a invasão da então União Soviética, foi introduzido o primeiro caça que igualava o Spitfire em performance nas baixas altitudes e o superava nas médias e altas: o alemão Focke-Wulf Fw 190. Por esta época o Spitfire começou a ser produzido sob licença tanto nos Estados Unidos da América quanto na União Soviética. No segundo trimestre de 1942, em combates aéreos sobre Papua-Nova Guiné e o norte da Austrália, constatou-se que este caça também estava superado pelo Mitsubishi A6M Zero japonês.

Por essa razão, ao longo de 1943 e no início de 1944, foi gradualmente substituído por outras aeronaves de caça com maior autonomia de vôo, como o estadunidense Republic P-47 Thunderbolt, o russo Yakovlev Yak-9 e principalmente o anglo-americano P-51 Mustang e, em operações de ataque ar-terra, tanto pelo já citado P-47 quanto pelo seu conterrâneo Hawker Tempest. Nas funções de caça-bombardeiro e de apoio às forças terrestres (tanto na Europa quanto no Oriente), foi utilizado até ao final do conflito, quando já se encontrava definitivamente obsoleto em relação aos principais caças da época.

Versões
Ao todo, foram construídas 20.351 unidades, em mais de quarenta versões, que podem ser divididas em três grandes categorias:

* equipados com motor Merlin;
* equipados com motor Griffon;
* versão naval (Seafire).

Entre as versões mais conhecidas, destacam-se:

* Mk V, de 1941, a mais usada;
* Mk XII, de 1943, a primeira equipada com motores Griffon;
* Mk XVI, de 1943, para ataque ao solo;
* Mk XIX, de 1944, de reconhecimento fotográfico e a mais veloz das versões desarmadas.